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Terapia tântrica: o que o seu corpo tem a dizer?


Como a terapia tântrica pode tratar questões tão profundas?

Instintos reprimidos

Desde crianças muitos de nossos instintos são reprimidos. O choro é reprimido, as vontades são reprimidas. Nossa expressão é reprimida. E tudo isso não aconteceu a toa. Tinha um motivo, uma necessidade, que basicamente pode ser traduzida como a necessidade de adequarmos o nosso comportamento para podermos viver em sociedade, vivermos em um ambiente coletivo e sermos aceitos dentro desse ambiente.

Foi necessária uma adequação comportamental para que pudéssemos viver em comunidade. Por isso nossos pais, muitas vezes de forma inconsciente, nos colocaram no mesmo sistema comportamental que os pais deles os colocaram.

E o dano que isso traz é, em muitos casos, ainda mais acentuado pela falta de tempo dos pais, a falta de compreensão, a falta de energia para entender e cuidar de uma criança.

 

Falta de orgasmo pode ser um sintoma

A falta de contato com nossos instintos, que foram muitas vezes colocados embaixo do tapete nos levou a uma separação, uma espécie de atrofia e distanciamento daquilo que era parte de nós, mas não podia ser expressado por ser considerado algo “ruim”, “sombrio”.

Eles(os instintos) passaram a não ter muita serventia, pois eram mais causadores de problema do que resolutivos. Então foram trancafiados nos porões do nosso ser. Não percebemos, mas isso pode nos levar a uma vida fria, sem cor, sem tesão. Afinal de conta os instintos são a nossa expressão vital primordial.

E os sintomas disso aparecem de várias formas, porque, afinal de contas, é necessário um porão muito grande para guardar tantas emoções e instintos reprimidos.

A falta de vontade de viver, a depressão, a desconexão com a vida, a frieza…

Chorar pode ajudar na cura?

Muitas pessoas não compreendem, mas é por isso que o choro é um mecanismo tão importante na terapia. É através do choro que nossas emoções podem ser libertas.

Segundo Alexander Lowen, o pai da Bioenergética, o choro é o principal indicativo de que uma terapia está dando algum resultado.

Porque através do choro, voltamos à nossa infância. Resgatamos memórias antigas do nosso corpo e muitas vezes liberamos conteúdos que ficaram presos por anos.

E se há ali muito conteúdo guardado é possível que choremos rios de memórias acumuladas. Podem surgir antigos “choros engolidos” da época que tínhamos de ficar quietos para que os adultos pudessem realizar aquilo que julgavam “mais importante” na época.

Quando não tínhamos a permissão de colocar isso pra fora ou quando nossos pais não sabiam o que fazer e ansiavam apenas por sossego após um longo dia de trabalho.

Meditações ativas e terapêuticas

Pensando em todo esse complexo emaranhado de emoções e conteúdos represados, Osho criou técnicas de meditação ativa, que proporcionam não só uma forte catarse emocional, nos estágios iniciais, como posteriores estágios de observação e meditação em que acontecem momentos de profunda reflexão e proporcionam um olhar externo sobre si mesmo.

 

Para mais detalhes sobre essas técnicas, recomendamos a leitura e, sobretudo, a prática do Livro Orange de Osho.

No inicio das práticas pode ser difícil lidar com essas energias. Porque somos tão imaturos em relação as nossas emoções que ainda não sabemos lidar com elas de forma harmônica. Não estamos acostumados a sentir a raiva e deixá-la fluir sem interferir, para a conhecermos a fundo. Em geral, ela não se manifesta por completo. É reprimida. Por isso ainda somos muito imaturos em relação a muitas emoções que classificamos como “sombrias”.

A terapia tântrica lida com a verdade que o corpo emocional apresenta. É uma maneira de lidar com essas emoções também no plano físico, material. Uma oportunidade de observar como tudo isso influencia nossa respiração, nossos hormônios…De perceber, não só intelectualmente, mas também os aspectos sensoriais disso tudo.

É uma oportunidade de dar vazão a tudo aquilo que sempre tivemos receio de expressar. Nossa raiva, nossa loucura, nossa sexualidade, nossa tristeza, nosso riso…fazer tudo em um ambiente controlado e seguro nos dá uma liberdade nunca antes vivida de sermos totais, inteiros. Sem medo de represálias ou cerceamento.

É um trabalho que traz maior maturidade e consciência sobre a relação entre os nossos corpos físico, emocional e também espiritual. Porque durante o estado meditativo temos a oportunidade de olhar pra tudo isso com tranquilidade e livre de julgamentos.

Expressar o que sente

Por isso em nosso curso de sexualidade e massagem tântrica damos orientações importantíssmas relacionadas a forma como respiramos, afinal de contas, nosso estado emocional está diretamente ligado a forma como respiramos e também com a forma como nos expressamos e nos movimentamos. Além disso encorajamos e favorecemos a “livre expressão”. Tanto nos aspectos físicos quanto na expressão através da voz, do choro, do riso e do prazer…

 

Todo esse processo tem a capacidade de dissolver amarras antigas, romper barreiras internas e promover o que chamamos de integração. A integração é o momento em que não há mais lutas internas, em que fazemos as pazes com nós mesmos.

Quando acolhemos aquilo que é nosso, mas que antes rejeitávamos. E ao acolhermos podemos olhar sem medo e avaliar aquilo que nos é e  que não é útil e dar vazão para que essa energia desnecessária seja libertada.

A importância da sexualidade

Um dos instintos mais reprimidos é o instinto sexual. E isso deve ser olhado de perto, porque o instinto sexual é muito forte. Ao observarmos de perto esse instinto, sem repressões, dando a ele a liberdade de expressar-se começamos a mexer com coisas bem profundas e memórias antigas que os nossos corpos físicos e emocionais carregam.

Por isso o trabalho da terapia tântrica com as massagens tântricas é tão profundo. É um trabalho visceral, que mexe com muitas de nossas principais amarras e medos inconscientes. É sobretudo um trabalho libertador, desrepressor  e que pode trazer um novo sentido para algo que antes era condenado e reprimido.

A terapia tântrica traz um novo olhar para os nossos instintos mais primitivos, que não são necessariamente ruins. Muito pelo contrário. Eles podem ser grande fonte de inspiração. Podem ser aliados para liberar um poder criativo nunca antes experimentado por nós e gerar revoluções extraordinárias em nossas vidas.

 

 

 


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