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Orgasmos femininos: porque eles não vem?


Orgasmos femininos: como despertar seu potencial orgástico adormecido?

A séculos a sexualidade feminina é envolvida por uma névoa moral proibitiva, que culpabiliza o prazer e o autoconhecimento relacionado a própria sexualidade.
Então, não é a toa que, em pleno século XXI, 50% das mulheres brasileiras relatam não se masturbarem e 40% relatam não conseguirem atingir o orgasmo.

Mas quando não há nenhum dano físico significativo em enervações relacionadas ao orgasmo, a falta de orgasmos está relacionada, em sua esmagadora maioria, a causas psico-emocionais. Isso quer dizer que  os orgasmos femininos muitas vezes não acontecem por questões psicológicas.

Mas de onde vem essas causas?

Existe um sininho de alerta dentro de nós mulheres quando começamos a sentir prazer. Esse sininho, normalmente, é um alerta, um aviso, uma repressão vinda de uma voz interna e que não nos dá a permissão de sentir prazer. É uma voz que boicota a experiência sensorial. Uma voz que nos tira do campo das sensações e nos leva para o campo mental, dos julgamentos e classificações. Então é aí que acontece um boicote generalizado dos orgasmos femininos.

Após todo o tipo de elucubrações mentais, o sentimento que normalmente fica em casos como esse é a culpa.

Mas culpa do que? Porque ela influencia nos orgasmos femininos?

Culpa por sentir-se “suja”, sentir-se “impura”, sentir-se “puta”. Afinal de contas não é “direito” uma mulher entregar-se ao prazer. “O que pensaria mamãe se me visse aqui gozando e gemendo desse jeito?” É quase aterrorizante imaginar um cenário desses.
Mas não se engane. Pois essa culpa vem sendo construída desde gerações muito anteriores a da sua mãe. Ela vem de alguns séculos e tem raízes muito profundas no nosso inconsciente.

Muitas mulheres morreram na fogueira lutando contra essa construção. Muitas mulheres foram violentadas, agredidas, julgadas e criminalizadas por defenderem o direito a igualdade e a liberdade.

Mas como livrar-se disso?

Felizmente vivemos uma era em que temos forças para libertarmo-nos dessas construções retrógradas, proibitivas e boicotadoras. Hoje o mundo não é perfeito mas é um pouco mais justo, mais livre e com muito conhecimento disponível.

É possível um resgate a nossa feminilidade sagrada de forma sadia e curativa. Não há milagre. Mas um trabalho constante de reafirmação, de auto-merecimento e amor próprio pode transformar nossa sexualidade. Por isso é preciso dar mais valor a si mesma, honrar o próprio corpo. Honrar a própria sexualidade.

É preciso reconectar-mos como nossa yoni e admirar a sacralidade que há em nossos genitais.
Para quem não sabe, yoni, em sânscrito(língua oriental milenar) significa o portal da vida. É um novo-velho conceito. Um novo mindset para a sexualidade.

A vagina deixa de ser algo sujo, impróprio, feio, para torna-se algo sagrado, um portal por onde nasce a vida.
Então é preciso reforçar esse conceito.

Alguns exercícios simples e poderosos:

Olhe-se mais no espelho, conheça melhor sua vagina, ame-a. Diga a ela coisinhas gentis enquanto a olha: “Eu te amo, eu te aceito. Obrigada por existir e me conectar com a vida. Como você é bonitinha, como é gostosinha…”

E assim, um novo e lindo relacionamento consigo mesma nascerá. Aos poucos o merecimento em relação ao prazer e o amor próprio tomarão o lugar da culpa. Então, quem sabe, os orgasmos não passem a ser uma realidade mais presente na sua vida?

Existem ainda técnicas direcionadas para casais, em que, tanto o homem quanto a mulher podem aprender mais sobre orgasmos femininos, masculinos, técnicas e práticas que aumentam a conexão, intimidade e o prazer do casal. Para aprendê-las, conheça o nosso Curso Avançado de Sexualidade e Massagem Tântrica.



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