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Nosso mundo dual: Masculino e Feminino


Ainda dançamos pisando nos pés um do outro

Vivemos uma dança, entre o mundo masculino e feminino. Os homens normalmente vibram numa frequência mais densa, lógica e concreta. As mulheres vibram numa frequência mais sutil, intuitiva, perceptiva, sensorial. Essa dança pode criar, nas relações,  separação, falha de comunicação e falta de entrosamento. Isso pode criar a sensação, na mulher, de que o homem não a ama e não a compreende.

Esse distanciamento, em geral, causa crises na relação pois se não há comunicação, não há sincronia, não há harmonia e não há entendimento. Os homens têm, em geral, uma educação voltada para uma sexualidade superficial,  para pornografia e orientada de maneira machista. Então, muitas vezes, encaram as mulheres como conquistas materiais. Em contrapartida, as mulheres têm uma educação cristã voltada para castidade, para a culpa relacionada o prazer. Essa educação cria grande parte dessa dificuldade de comunicação.

A ocitocina como hormônio do amor

A mulher busca proteção no momento da relação sexual. Ela Busca carinho, amorosidade,  conexão, sintonia. Para que ela possa se entregar, se abrir há confiança na relação. Como confiar se o homem foi educado para consumi-la, domina-la, caçá-la?

Por isso, essa confiança deve ser atingida através de uma comunicação mais efetiva e da busca do homem pelo entendimento de qual é a frequência vibratória feminina. Ele deve buscar sintonizar-se com uma frequência de maior amorosidade, compreensão, cuidado. Pois ao sintonizar-se com esta frequência ele auxilia a mulher e induz a liberação de ocitocina no corpo feminino. A ocitocina é o principal hormônio que favorece o orgasmo feminino, é o hormônio que conduz a mulher a entrega e a confiança.

A educação sexual pornográfica e suas consequências para o masculino e feminino

Os filmes pornográficos levam o homem a viver uma sexualidade agressiva, bruta, primitiva. Por isso e outras coisas a educação sexual masculina ainda é uma educação sexual machista, densa, cheia de jogos de dominação. Porém, essa vibração agressiva não deveria ser levada para o momento das relações amorosas.

As relações sexuais não podem ser pautadas pela energia da competição, da dominação agressiva, bruta, primitiva. Mas devem ser pautadas pela energia da comunhão, da sintonia, da entrega, do cuidado e da amorosidade. Esses são valores e energias essencialmente femininas.

As mulheres estão cansadas de serem agredidas e é por isso que muitas delas estão buscando e vivendo relacionamentos com outras mulheres.  Por isso é preciso que o homem evolua e entenda que o mundo do futuro é mais feminino, menos competitivo, mais colaborativo menos guerreiro.

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